17 de abril de 2012
15 de abril de 2012
15 de março de 2012
Brindar..
Um brinde a quem não está preocupado em ser politicamente correcto.
Um brinde a quem não tem medo de ser diferente. Aos que têm caracter, aos que não se preocupam com a opinião dos outros, e aproveitam a vida ao máximo.
Um brinde aos que gostam deles próprios e aceitam de cabeça erguida o que não podem mudar. Um brinde aos que resistiram a vários obstáculos e continuaram a sorrir.
Um brinde aos que não desistem, aos que não veêm na vingança uma forma de vitória. Aos que sabem admitir que erram e são capazes de por o orgulho de lado.
Um brinde aos fortes, aos fracos, a cada um.
Brinda-se aos que seguem em frente sempre que se deparam com um novo obstáculo sem passar por cima de ninguém. Aos que não se calam, mas sabem permanecer em silêncio.
Um brinde aos que gostam de todas as estações do ano, e sabem aproveitar o que de melhor o mundo tem para nos dar.
Um brinde aos que dão valor aos mais pequenos pormenores. Um brinde aqueles que sabem parar e ceder, aos que conseguem dizer não mesmo quando querem dizer sim.
Um brinde a quem se orgulha de se arrepender, a quem aprende com isso, e não tem medo de arriscar outra vez.
Um brinde á vida,
e a nós.
Um brinde a quem não tem medo de ser diferente. Aos que têm caracter, aos que não se preocupam com a opinião dos outros, e aproveitam a vida ao máximo.
Um brinde aos que gostam deles próprios e aceitam de cabeça erguida o que não podem mudar. Um brinde aos que resistiram a vários obstáculos e continuaram a sorrir.
Um brinde aos que não desistem, aos que não veêm na vingança uma forma de vitória. Aos que sabem admitir que erram e são capazes de por o orgulho de lado.
Um brinde aos fortes, aos fracos, a cada um.
Brinda-se aos que seguem em frente sempre que se deparam com um novo obstáculo sem passar por cima de ninguém. Aos que não se calam, mas sabem permanecer em silêncio.
Um brinde aos que gostam de todas as estações do ano, e sabem aproveitar o que de melhor o mundo tem para nos dar.
Um brinde aos que dão valor aos mais pequenos pormenores. Um brinde aqueles que sabem parar e ceder, aos que conseguem dizer não mesmo quando querem dizer sim.
Um brinde a quem se orgulha de se arrepender, a quem aprende com isso, e não tem medo de arriscar outra vez.
Um brinde á vida,
e a nós.
9 de março de 2012
7 de fevereiro de 2012
Sensações
Eu perdi... perdi a voz e tudo aquilo que já fez parte do meu querer. Perdi o calor que me acompanhava nos momentos frios. A mão que me amparava nas quedas e que endurecia a minha armadura; aquela armadura que usava contra os obstáculos..Agora sou somente eu, um Ser comum.Sou um vento só, pó e solidão... gota de orvalho caída e perdida - seca sem dó.sou lembrança do passado,
sou mais uma canção que toca na rádio ao final da tarde...

sou ainda, a prova viva, de que nada nesta vida é para sempre.. até que alguém prove o contrário.
Eu enlouqueço e rendo-me ao medo; sou remexida por lágrimas que agarram o turbilhão de sensações dentro de mim.Fotografias caídas na caixinha de memórias que é o meu coração; longe de nós, sou novamente eu... um vento só que quer ir mais além do presente... um sonho de amor que procura a eternidade da realidade.sou, sim sou a prova que nada nos sentimentos é eterno, que tudo é mais forte que o amor.
Eu enlouqueço e rendo-me ao medo; sou remexida por lágrimas que agarram o turbilhão de sensações dentro de mim.Fotografias caídas na caixinha de memórias que é o meu coração; longe de nós, sou novamente eu... um vento só que quer ir mais além do presente... um sonho de amor que procura a eternidade da realidade.sou, sim sou a prova que nada nos sentimentos é eterno, que tudo é mais forte que o amor.
Sei sim, perante olhares incrédulos, que a vida não é tão quente e reconfortante como julgamos e,que o amor não tem a forma de um coração.O amor é um muro que nos separa da vida. É uma utopia que nos arranca os sonhos. Não preciso de falsas promessas de amor, e de frases tão utilizadas pelos comuns mortais... "amo-te", é tão somente aquilo que representa para nós a outra pessoa.E esse amor pode medir-se pela coragem e pelo carácter que temos {e pelo que temos para dar aos outros}.Agora sou SÓ. Sou lembrança do passado.
Inverno no coração

não consegui encontrar o espaço entre os teus dedos, para entrelaçar as minhas mãos... não encontrei a tua boca para reconfortar o meu beijo.
E não tenho saudades.
Porque é inverno no meu coração.
...Muitas vezes temos de olhar para o céu e ver o sorriso de quem amamos desenhado nas nuvens, porque o amor, só é perfeito no nosso coração.
Na vida, os sentimentos são demasiado falíveis e,
perdem-se quando menos se espera. Não podemos chorar de saudade de algo que jamais conseguimos construir de forma sólida e intemporal.
perdem-se quando menos se espera. Não podemos chorar de saudade de algo que jamais conseguimos construir de forma sólida e intemporal.
O amor é um jogo.
No dia em que nos conhecemos, alguma coisa em mim despertou; o céu permitiu que o sol me embalasse nos teus braços. O calor do teu beijo embelezou a minha vontade de sonhar. Pois, quando se sente amor, a razão entrega o de imediato o nosso coração. É uma vontade que jamais se consegue controlar. O amor é uma vontade louca de acreditar num mundo melhor, nas pessoas, no dia a dia.. nos sonhos, e numa realidade mais amena.
No dia em que nos conhecemos, alguma coisa em mim despertou; o céu permitiu que o sol me embalasse nos teus braços. O calor do teu beijo embelezou a minha vontade de sonhar. Pois, quando se sente amor, a razão entrega o de imediato o nosso coração. É uma vontade que jamais se consegue controlar. O amor é uma vontade louca de acreditar num mundo melhor, nas pessoas, no dia a dia.. nos sonhos, e numa realidade mais amena.
Tenho medo de amar. Medo de me apaixonar por um sorriso; de me aproximar porque o coração quer beijar a tua boca. Quero a sanidade mental em detrimento das decisões inconscientes provenientes do amor.
Na verdade, não conheço o amor. Os sonhos apagam-se perante tantas indecisões e tão poucos objectivos realizáveis. Recomeço este novo dia, cansada. Pressinto o teu corpo aqui, e sei que não há mais nada a fazer senão deixar que a vida tome um novo rumo. Pressinto os teus gestos antigos.. e lamento não termos ido ao encontro dos sonhos um do outro.
Um coração cai despedaçado e não importa que tudo tenha sido tão breve. Procura por mim no vento... irei visitar-te até de nós me lembrar.
3 de fevereiro de 2012
Das relações de Amor..

As relações de amor, normalmente começam muito bem.. com muitas provas dos nossos sentimentos, de intensa dedicação, de elevada esperança e sonhos a dois, no esforço de amanhã ser ainda melhor que o hoje. De estrelinhas e corações e, "borboletas na barriga" (...)
com o passar do tempo {muito ou pouco, depende}
surgem as incertezas, as dúvidas, os medos, os ciúmes (...)
As declarações de amor {físicas e emocionais} vão diminuindo.. vamos dando a coisa como certa, como permanente e, imutável.
É nesta fase, que consideramos o amor como nosso. Ali, sempre, sem fugir das nossas mãos.
A partir daqui,
deste ponto em que nos julgamos donos dos sentimentos alheios, não há muita luta.
Não há muito esforço. Não há muita novidade. Não há, simplesmente, a tão importante conquista.
Como podemos acreditar que já conquistamos o que havia a conquistar? Quem nos diz que não há mais além daquilo que até ao momento conseguimos conquistar?
É certo que o nível de paixão decresce com a passagem do tempo; seria extremamente complicado viver em constante êxtase de paixão e enamoramento.
Mas fica o desejo {ou devia ficar} de ser mais... de querer mais... de ter e conquistar ainda mais.
A incerteza apodera-se das nossas vidas, porque permitimos que surga o desgaste relacional.
Porque cada dia é igual ao outro; porque a realidade começa a afastar-se demasiado dos nossos sonhos..
e porque nos cansamos de conquistar quem não nos conquista.
Desistimos. E isso é tão errado, como deixarmos a nossa felicidade em mãos alheias.
O amor, é acima de tudo, saudade - saudade daquilo que não conseguimos, que não conquistamos, que apenas imaginamos no recanto da nossa alma.
O coração enfraquece com a dor. Não há muito a fazer quando se parte um coração. Todo e qualquer recomeço é um muro de pedra, pintado de branco, onde se observam as inscrições marcadas de negro, de uma {ou mais} dor antiga.
Pode parecer fácil, mas o amor é muito mais do que aquilo que exige. O amor precisa de muito mais do que aquilo que se dá.
A simplicidade não faz parte do amor.
O amor é a entrega máxima e total, até ficarmos sem forças e sem medos.
31 de janeiro de 2012
Trapo
O dia deu em chuvoso.
A manhã, contudo, esteve
bastante azul.
O dia deu em chuvoso.
Desde manhã eu estava um pouco
triste.
Antecipação! Tristeza? Coisa nenhuma?
Não sei: já ao acordar
estava triste.
O dia deu em chuvoso.
Bem sei, a penumbra da chuva é
elegante.
Bem sei: o sol oprime, por ser tão ordinário, um elegante.
Bem
sei: ser susceptível às mudanças de luz não é elegante.
Mas quem disse ao
sol ou aos outros que eu quero ser elegante?
Dêem-me o céu azul e o sol
visível.
Névoa, chuvas, escuros — isso tenho eu em mim.
Hoje quero
só sossego.
Até amaria o lar, desde que o não tivesse.
Chego a ter sono
de vontade de ter sossego.
Não exageremos!
Tenho efetivamente sono, sem
explicação.
O dia deu em chuvoso.
Carinhos? Afetos? São memórias...
É preciso ser-se criança para os ter...
Minha madrugada perdida, meu céu
azul verdadeiro!
O dia deu em chuvoso.
Boca bonita da filha do
caseiro,
Polpa de fruta de um coração por comer...
Quando foi isso? Não
sei...
No azul da manhã...
O dia deu em chuvoso.Álvaro de Campos
17 de janeiro de 2012

"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!"
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
16 de janeiro de 2012

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente."
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente."
Carlos Drummond de Andrade
Palavras

Nunca ninguém pode falar de outrem com verdade no que diz.
Nem nós mesmos...
Pela metade de nós...

"Pode crescer até metade, mas não crescerá tudo o que pretende. Num dado momento, a sua vida começa a declinar, você chegou até metade mas não chegou até ao fim, está meio contente e meio triste, não é nem um homem frustrado, nem um homem realizado. Não é frio nem quente, é morno e, como diz um evangelista num qualquer livro sagrado, coisas mornas não afectam o paladar."
Paulo Coelho
Paulo Coelho
12 de janeiro de 2012
Apenas, e só, a vida.

Nossa.
Das pessoas.
Do Mundo.
Sinto-me cansada, e nem tão pouco sei, se quero continuar. A cinza que sobrou de mim, continua espalhada no chão da alma.
Nada é capaz de erguer aquilo que talvez já tenha sido.São lugares tão ausentes. E estou parada neste impasse.
Sinto-me só.
Estou exausta de tantas batalhas e tristezas. De tudo aquilo que só faz florescer sorrisos, porque me obrigo a ser mais forte {do que aquilo que sou capaz}.
Este peso, esmaga-me o coração. Fortalece a dor.
De quem sou? Como vou enfrentar o mundo? Como se procura aquilo que não sabemos se existe?
Não sabemos nada sobre nós. Apenas sabemos que algo muda, quando a tristeza se apodera dos poucos sonhos que nos acalmam a alma.
10 de janeiro de 2012
5 de janeiro de 2012
30 de dezembro de 2011
26 de dezembro de 2011

"Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão mesmo ali ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato. Por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria."
Miguel Esteves Cardoso
23 de dezembro de 2011
9 de dezembro de 2011
Felicidade
7 de dezembro de 2011
Nostalgia

"O mundo é de quem não sente.
A condição essencial para se ser um
homem prático é a ausência de sensibilidade".
Fernando Pessoa
A nostalgia - por vezes, chega por si mesma. Hoje, contudo, fui eu, que a trouxe até mim, aquando li e reli sentimentos do passado, acontecimentos, lembranças. De tudo e do amor. Da família e da vida em geral. Dos sentidos e da apatia. Dos abraços e das lágrimas de solidão. Das tentativas e dos recomeços. Do brilho e da escuridão. Das promessas e das falsidades. Da alegria e da sensação de perda [...].
E tudo isto, gerou em mim um misto de sensações. Sei que já enfrentei muitas batalhas; muitas guerras.
Já perdi mais do que o meu coração seria capaz de aguentar [mesmo assim mantêm-se firme do lado direito do peito].
Mas numa pequena viagem [mental e emocional] pelo passado [recente], percebo que foi mais aquilo que ganhei, que necessariamente o que perdi - por este caminho.
Perdi um amor. Sim é verdade. A minha alma gémea [que talvez nem o tenha sido]. Mas ganhei uma nova oportunidade de amar [de ser amada], de aprender com os erros que cometi e que deixei [inevitavelmente] que cometessem comigo.
Todos já perdemos um amor. Verdade?
Todos já dissemos que nunca nos voltaríamos a apaixonar ou acreditar na paixão, nos gestos de amor e até na eternidade de um sentimento.Fiquei despedaçada. Mas soube recomeçar.Não porque fosse opção minha, mas porque tinha de ser.
Porque a vida vai muito além daquilo que queremos. Não pára perante as dificuldades e obstáculos que oscilam o nosso mundo. Temos de seguir. Continuar. Amarrar a dor a um passado distante e soprar perante o sol, um pouco de loucura que desfaça a fronteira entre a dor e o futuro.
Ainda está tudo [absolutamente tudo] no coração. E a isso, chamamos recordações.O reflexo daquilo que hoje sou, está lá - nesse passado, que deixou marcas na alma e na pele.Sabe bem, reviver essas recordações {tão boas e outras tão más}.
Hoje, sabe bem, estar a teu lado, simplesmente porque estás a segurar-me na mão.
E admito, há gestos, que só dou valor agora. Que só agradeço, porque um dia, senti falta deles.Há verdades que só brotam, porque um dia soube o que era a mentira. E tantas outras coisas, que só existem, porque, felizmente [no passado] foram ensinadas - da melhor ou da pior forma - mas hoje, fazem parte de mim [mais que isso, hoje fazem-me ser esta Pessoa singular e tão única, como o som das ondas a bater no rochedo da praia].De facto [e não, este blog ainda não escreve de acordo com o novo acordo ortográfico]
os sonhos mudaram em mim?Não. Diria eu. Seguramente que não. Mas deixaram, contudo, de ser a minha prioridade. Gosto das fantasias. Do imaginável.
... apenas para segurar na palma da mão e poder sentir que os tenho em meu poder.
No dia a dia, uso o coração aliado a tudo que aprendi no passado [e aprendo a cada novo dia].Por isso, hoje, não sou melhor que no passado, mas sou mais consciente de tudo aquilo que me rodeia; de tudo aquilo que posso ver, bem como de tudo aquilo que nem posso sentir com os dedos.
Não tenho medo. Porque sei o que virá a cada amanhecer.
São gestos...

De repente deu-me vontade de um abraço, uma vontade de proximidade que desperte amor, emoção, amizade, sei lá...
Um abraço que me faça lembrar o carinho que surge devagarinho da magia da união dos corpos, do calor das mãos a acariciar as costas a dizer: "estou aqui" e do entrançar dos braços seguros e envolventes afirmando:
"estou contigo"...
Um abraço que me faça lembrar a transfusão das forças com a suavidade do momento, que afaste toda e qualquer angústia, que desperte a lágrima da alegria e acalme o coração...
Só sei que agora me deu vontade deste abraço e só pude pensar em ti e na tua sensibilidade para perceber porque preciso de um abraço assim!!
24 de novembro de 2011
17 de novembro de 2011
9 de novembro de 2011
Amar-te

é buscar dentro de mim o sopro quente dos sonhos,
agarrar a realidade na madrugada fresca.
Amar-te,
é oscilar num mundo insano, sem fronteira entre a lua e sol.
Não importa se tudo é breve, como o vento...
nem importa se for uma gota de orvalho numa folha quente.
Amar-te,
é cair nos teus braços e fechar os olhos sem medo,
é procurar os teus cabelos, para afagar as marcas deixadas na alma e na pele, daquilo que já me fez chorar;
Amar-te,
é querer-te sentado a meu lado, neste lugar, onde mora a fantasia,
é soprar devagarinho para dentro dos corações, uma estrela que brilhe sempre com amor.
Amar-te,
é tão simplesmente entrelaçarmos as mãos.
3 de novembro de 2011
Histórias de vida

é uma balança sem qualquer equilíbrio, misturada com vento e poeira..
sem nunca se saber qual é o caminho certo e o momento de ouvir a voz da razão versus coração.
Um desiquilibrio entre os desejos escondidos e os sentidos.
Na rua, um temporal que acende a nostalgia no meu peito... uma brisa que traz o mundo perdido do que ficou.
Estou confusa com este fogo dos gestos loucos que me crescem nas mãos. A cor do meu céu é uma chama que me faz dançar no escuro.
Deixo voar os sonhos, aquando abro um pequena porção da janela da minha alma. Anoitece e escurece, sem nunca deixar que o brilho do amor permaneça sempre que me sinto só.
Não gosto que abalem os meus sentidos.
O que julgo ser.
Os meus sonhos.
Não quero dessas batalhas comungadas com um abrigo em que me quero perder...
Há qualquer coisa que inquieta e rasga o chão da alma. Nem sempre o tempo amadurece qualquer dúvida.
Este é o sabor que resta do nosso calor. Da pele que partilhamos sempre que estamos sozinhos.
Palavras escondidas, que só são arrancadas por pequenos pedaços de cumplicidade.
Talvez só assim seja, até amanhecer...
é tão fácil entregar a alma, a quem nos traga um sopro do deserto; uma gota de orvalho que acalme o que esperamos do amanhã.
Não sei lidar,
lidar com sentimentos indefesos.
Ou então, talvez nem queira saber.
Não me sorrias, porque este lugar, é um pequeno abrigo para onde podes querer fugir. A tarde é fria, e as pessoas gostam de chegar ao calor reconfortante, num olhar que endurece qualquer mágoa que queremos arrancar do peito.
Não posso partir. Nem podes chegar.
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