22 de abril de 2010
"Pouca Luz. Fiel Escuridão"
21 de abril de 2010
Bruxas?!
Ora bem,é uma daquelas coisas em que não se acredita, mas (no entanto) não se duvida da existência.
E estou certa, que nos últimos meses, há alguma (s) na minha vida.
Xoooo... Já chega!
Ficamos por aqui, ok? Já aprendi a lição.
:)
Vento despertando o ardor
Mar que devora e abandona
Mãos trémulas e inquietas,
Sensação que jamais sacia e
Feitiços, paixões e encantos,
20 de abril de 2010
Fall into the abyss
O meu corpo em mágoa desfalece.Com sangue escrevo palavras,
Que explicam algumas lágrimas,
Desta noite que não adormece!
Mais uma noite,
lenta, como se o fim me observasse,
a penumbra seca e cortante,
adormece no meu peito,
entorpecendo o pensar mais elementar...
Palavras trémulas, gestos temerosos,
manchas nebulosas vagueiam...
Vultos, gritos, desilusões,
o carrocel do medo instala-se...
..em mim.
Hoje não tenho forças para morrer,Nem hoje nem amanhã, nem depois…
Aguardarei em silêncio a dor final,
temendo o sofrimento…
Serei apenas mais uma entre todos,
implorando em agonia…
Estarei absolutamente só,
enfrentando algo único…
Confuso, o tempo enrola-se
na garganta, sufoca-me
sem misericórdia…
Esqueço-me das pessoas que esperava,
Não sou capaz de adormecernem naufragar…
Ninguém ensopará estas lágrimas,
naquele que será o último pranto…
Recordo-me quem fui
no sonho do que poderias ter sido…
Talvez esboce um grito,
talvez pronuncie a palavra Amor,
talvez ainda tenha fôlego…
Sei e sinto a derradeira solidão,
uma tristeza sem contornos…
Falta apenas a etapa final,
o trespassar lento da morte,
daquela morte…
* Acabou a esperança em mim. Sou apenas eu. Meu silêncio. E novamente Eu. Não quero mais falsos sorrisos e esperanças. Quero a realidade que me fere e faz chorar. *
Cheguei ao fim das palavras,
sem articular um som...
Dentro de mim, tudo é silêncio,
um silêncio sem rosto...
Hoje, quero ir!
Sim, amei!Mas agora,
preciso de esquecer, quem se esqueceu de mim.
Por amor, eu fiz loucuras e tive fé de paixão; chorei, sofri e iludi o meu coração e, mesmo assim errei novamente.
Por amor,eu dou (e sempre darei) mais chances. Não vou mudar o meu jeito de amar, mesmo que eu sofra, vou-me entregar.
Talvez um dia quem sabe, possa haver esperança.
Sabes? És passado no meu coração, mas não nego, o quanto marcaste a minha vida (todos estes anos). Independentemente da dor e da mágoa que me ensinas-te a sentir.
Hoje não vou ficar. Hoje quero ir.. encontrar um novo olhar.
Hoje, parei e pensei outra vez, não espero mais por ti. Eu já mudei, mais do que eu sei.
Eu já fui, já andei. Não esperes por mim. Tudo o que eu queria, um tempo para mim, sabes bem que é inútil mudar e o tempo faz parte de mim.
Já sentia solidão quando partilhava contigo o meu Ser.
A minha solidão tinha contornos diferentes daqueles que tem hoje.
Agora. Aqui.
Era mais profunda e dolorosa. Porquê?
Porque era, aquela solidão que habita um coração quando a alma acredita que já encontrou a gémea.. mas,
no entanto,
a vida
as circunstâncias
o destino
ou a falta de vontade por parte do outro
NÃO permitiram que a verdadeira união se realiza-se.
Essa, era a solidão que eu vivia a teu lado.
Mas, não,
não nego,
o quanto foste para mim, porque te amei sem restrições nem limites, aceitando-te todos os teus defeitos, perdoando os teus reveses mais vezes do que seria recomendável, encolhendo os ombros perante as tuas crises existenciais, as dúvidas e hesitações.
Esperei, sempre, que um dia deixasses de ter medo de ser feliz e arriscasses uma mudança na tua vida.
É preciso encontrar espaço para o amor na nossa vida. (E tu nunca o tiveste pois não?)
É preciso dar-lhe tempo. Respeita-lo e torná-lo (sempre) exclusivo num coração.
É preciso ser humilde e corajoso, não ter medo de investir, arriscar e lutar. MESMO sem nunca se saber o que o futuro nos reserva.

Sim, amei.
Há tempos atrás.
Não amei a pessoa que és, amei parte de ti.
Amei apenas a parte que me deste a conhecer.
Agora que te conheço "na totalidade", quero ir.. não quero ficar.
Não és mais a minha alma gémea. Apenas a imperfeição da mesma.
**
18 de abril de 2010
É...


(re) Começar
Que importa que na nossa vida se cruzem pessoas sem valores e sem carácter? Isso devia influenciar-nos tanto, ao ponto de querermos desistir das pessoas que poderão vir a ser importantes?
Devemos parar e recusar qualquer aproximação, só porque as anteriores resultaram mal?
As oportunidades são de facto raras, e quando surgem, temos a tendência a sobrevaloriza-las, por isso que raramente acertamos. Temos demasiada necessidade em "ter", em "conseguir" e esquecemo-nos tantas vezes de "Ser".

Sinto-me perdida, porque não esperava este "desfecho" nas histórias que escrevi na minha vida.
Sinto-me uma má escritora que recua nas suas palavras, não porque quer, mas porque é obrigada a (re) escrever novamente cada página, como se estivesse sempre a iniciar o mesmo livro.
Como custa rasgar as páginas já escritas.. e dar nova oportunidade para que surjam novas palavras, novos contornos, novos sentimentos.
As histórias anteriores continuam no meu pensamento. Repetem-se em mim tantas vezes, como eu não desejaria.
Se não for capaz, de eu mesma escrever uma nova história, terei de comprar um livro. Porque não tenho de ser só eu a suportar o recomeço pois não? Posso guiar-me pelas palavras de alguém.
Sabes o que mais me atormenta os sentidos da alma? O silêncio, a distância por nós construída e a Indiferença que habita os corações que se querem proteger. Porque temos temos medo de abraçar os outros e torna-los parte de nós mesmos?
Porque nos escondemos por detrás da nossa arrogância e fingimos que está tudo bem?
Mudamos a nossa forma de viver, só para nos afastarmos das pessoas que amamos, e acabamos por aceitar que é o melhor para nós.

O egoísmo muitas das vezes pode proteger-nos.
"As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar."
William Shakespeare
"Assim que nascemos, choramos por nos vermos neste imenso palco de loucos."
William Shakespeare
*Muitos do entraves ao nosso bem-estar/felicidade são as ligações que mantemos ao passado. Não conseguimos desprender-nos nem dos bons momentos nem dos maus e assim se hipoteca o presente e o futuro.
O passado pode servir como fio condutor mas não pode funcionar como elemento bloqueador.
O que vai recordar amanhã se o hoje for apenas preenchido com memórias antigas?!
17 de abril de 2010
You could be...
To live my life extended
You could be the one i'll always love
You could be the one who listens to my deepest inquisitions
You could be the one i'll always love
Unintended - Muse
16 de abril de 2010
Nova História. Fim de um livro.


Uma vez ausente, escrevi:

13 de abril de 2010
O que fica por dizer..
não, não faria! Não são raras as vezes que queremos que o tempo volte
atrás para mudarmos comportamentos e acontecimentos.
És especial. E sempre serás. Porque aquilo que o meu coração a ti atribuiu, jamais será retirado.
Mas, diz-me, não te sentes perdido?
Posso observar-te. Apenas hoje, Amanhã não estarei mais aqui. Mas fiquei sem palavras. Sei que não terei oportunidade de te falar brevemente. Isso aperta-me o coração.
Aqui, entre nós, gosto de ler o que escreves. Sentir as tuas palavras e através de cada uma tentar entender-te. Não é fácil, sabias?És complexo.. melhor: transmites-te de forma bastante elaborada e complexa.
Digo-te isto,
ao tentar ter-te, tornei-me numa pessoa que não sou ( possessiva e que te pressionou). E isso é tão errado... posso vê-lo agora. Como o sinto, agora.
No teu lugar e com os momentos que tens vivido, também não gostaria de alguém "como eu" na minha vida.
Não posso dar nenhum passo atrás. A palavra proferida jamais poderá ser retirada não é? Quero sim, dar passos em frente.
Chama-me sonhadora (ou estúpida, sim estúpida - o que melhor se aplicar ao desfecho desta história), mas algo me faz acreditar que ainda há espaço para mim no teu coração e na tua vida. Não hoje, nem amanhã... provavelmente, nem no próximo mês. Mas, um dia.
Quero-o. Eu sei que quero.
Haverá força maior que o querer que vem da alma?
Neste momento, és um anjo caído, com as asas desaparecidas, não é? Mas assim, que as recuperares (as asas brancas) e te sentires capaz de voar, vais voltar e convidar-me para te acompanhar.
Porque quando estás no chão, és um anjo solitário, não és?
Diz-me, porque vives tão perdido no teu labirinto que és como um náufrago ( e não um marinheiro) que prefere recusar todas as bóias que lhe são lançadas?
Ou.. talvez julgues que, se te agarrares a uma delas, irás mais depressa ao fundo.
Eu, nunca tive medo da luz, nem tão pouco me assustei com a sombra que a minha escuridão reflecte. Mas aprendi a ver nas trevas dos outros a grandeza da minha própria escuridão. E demorei a entender que , há coisas que nunca se agarram e o amor é uma delas.
Vamos sempre a tempo desde que saibamos aceitar e aprender. I
Isto sou eu, no que tenho de pior: teimosa e obtusa para admitir os factos mais evidentes, sempre que tal não sirva o meu plano previamente traçado. Mas desta vez, não havia plano. O que aconteceu para ser assim? Terá sido assim tão intenso o medo de te perder...
As palavras constituem uma arma quase perfeita para arrumar os sentimentos, sobretudo aqueles que sabemos não conseguir esquecer.
Não somos perfeitos nunca. Apenas conseguimos por instantes tocar a perfeição.
Mais, dá muito mais trabalho lutar por uma felicidade possível do que escolher os caminhos da resignação. Vivi demasiado tempo a sonhar com o impossível e, pior que isso, teimando que as minhas quimeras se poderiam tornar realidade. Essa insatisfação impotente tornou-me ansiosa, irritável, possessiva. Por isso, como uma vez me disseste de forma subtil, mas marcada " estou entre a espada e a parede". Agora compreendo. Eu sei que é tarde.
Mas, a humildade serve também para reconhecer que, por vezes, perdemos o que mais valorizamos.
Pois, ironia esta.. que nos diz, que uma das grandes lições ao longo da existência é estarmos condenados a aprender coisas que já sabemos, à partida. E eu sabia que não queria fazer desta forma. Mas isso não me impediu de agir errado, pois não?
Caí.
Mas vou recuperar. E voltarei, por ti e para ti.
Anjo caído. Iremos voar novamente. Eu sinto.
11 de abril de 2010
Solidão? Afasta-te...
Ponte ..
10 de abril de 2010
E esta Hem?
Ser ou não Ser. Eis a questão!

Impulsiva
Cautelosa
Desconfiada
Egoista
Emotiva
Sentimental
Orgulhosa
Inteligente
Teimosa
Dependente
Apaixonada
Romantica
Meiga
Sonhadora
Altruista
Divertida
Simpatica
Disponivel
Sarcástica
Irónica
Amiga
Sincera
Optimista
Amante da liberdade
Pragmática
Aventureira
Impaciente
Sensivel
Talentosa
Resiliente
Corajosa
Lutadora
Preguiçosa
Reservada
Preocupada
Rebelde
9 de abril de 2010
Sorte,
É sensato, com certeza!

























