18 de abril de 2010
É...


(re) Começar
Que importa que na nossa vida se cruzem pessoas sem valores e sem carácter? Isso devia influenciar-nos tanto, ao ponto de querermos desistir das pessoas que poderão vir a ser importantes?
Devemos parar e recusar qualquer aproximação, só porque as anteriores resultaram mal?
As oportunidades são de facto raras, e quando surgem, temos a tendência a sobrevaloriza-las, por isso que raramente acertamos. Temos demasiada necessidade em "ter", em "conseguir" e esquecemo-nos tantas vezes de "Ser".

Sinto-me perdida, porque não esperava este "desfecho" nas histórias que escrevi na minha vida.
Sinto-me uma má escritora que recua nas suas palavras, não porque quer, mas porque é obrigada a (re) escrever novamente cada página, como se estivesse sempre a iniciar o mesmo livro.
Como custa rasgar as páginas já escritas.. e dar nova oportunidade para que surjam novas palavras, novos contornos, novos sentimentos.
As histórias anteriores continuam no meu pensamento. Repetem-se em mim tantas vezes, como eu não desejaria.
Se não for capaz, de eu mesma escrever uma nova história, terei de comprar um livro. Porque não tenho de ser só eu a suportar o recomeço pois não? Posso guiar-me pelas palavras de alguém.
Sabes o que mais me atormenta os sentidos da alma? O silêncio, a distância por nós construída e a Indiferença que habita os corações que se querem proteger. Porque temos temos medo de abraçar os outros e torna-los parte de nós mesmos?
Porque nos escondemos por detrás da nossa arrogância e fingimos que está tudo bem?
Mudamos a nossa forma de viver, só para nos afastarmos das pessoas que amamos, e acabamos por aceitar que é o melhor para nós.

O egoísmo muitas das vezes pode proteger-nos.
"As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar."
William Shakespeare
"Assim que nascemos, choramos por nos vermos neste imenso palco de loucos."
William Shakespeare
*Muitos do entraves ao nosso bem-estar/felicidade são as ligações que mantemos ao passado. Não conseguimos desprender-nos nem dos bons momentos nem dos maus e assim se hipoteca o presente e o futuro.
O passado pode servir como fio condutor mas não pode funcionar como elemento bloqueador.
O que vai recordar amanhã se o hoje for apenas preenchido com memórias antigas?!
17 de abril de 2010
You could be...
To live my life extended
You could be the one i'll always love
You could be the one who listens to my deepest inquisitions
You could be the one i'll always love
Unintended - Muse
16 de abril de 2010
Nova História. Fim de um livro.


Uma vez ausente, escrevi:

13 de abril de 2010
O que fica por dizer..
não, não faria! Não são raras as vezes que queremos que o tempo volte
atrás para mudarmos comportamentos e acontecimentos.
És especial. E sempre serás. Porque aquilo que o meu coração a ti atribuiu, jamais será retirado.
Mas, diz-me, não te sentes perdido?
Posso observar-te. Apenas hoje, Amanhã não estarei mais aqui. Mas fiquei sem palavras. Sei que não terei oportunidade de te falar brevemente. Isso aperta-me o coração.
Aqui, entre nós, gosto de ler o que escreves. Sentir as tuas palavras e através de cada uma tentar entender-te. Não é fácil, sabias?És complexo.. melhor: transmites-te de forma bastante elaborada e complexa.
Digo-te isto,
ao tentar ter-te, tornei-me numa pessoa que não sou ( possessiva e que te pressionou). E isso é tão errado... posso vê-lo agora. Como o sinto, agora.
No teu lugar e com os momentos que tens vivido, também não gostaria de alguém "como eu" na minha vida.
Não posso dar nenhum passo atrás. A palavra proferida jamais poderá ser retirada não é? Quero sim, dar passos em frente.
Chama-me sonhadora (ou estúpida, sim estúpida - o que melhor se aplicar ao desfecho desta história), mas algo me faz acreditar que ainda há espaço para mim no teu coração e na tua vida. Não hoje, nem amanhã... provavelmente, nem no próximo mês. Mas, um dia.
Quero-o. Eu sei que quero.
Haverá força maior que o querer que vem da alma?
Neste momento, és um anjo caído, com as asas desaparecidas, não é? Mas assim, que as recuperares (as asas brancas) e te sentires capaz de voar, vais voltar e convidar-me para te acompanhar.
Porque quando estás no chão, és um anjo solitário, não és?
Diz-me, porque vives tão perdido no teu labirinto que és como um náufrago ( e não um marinheiro) que prefere recusar todas as bóias que lhe são lançadas?
Ou.. talvez julgues que, se te agarrares a uma delas, irás mais depressa ao fundo.
Eu, nunca tive medo da luz, nem tão pouco me assustei com a sombra que a minha escuridão reflecte. Mas aprendi a ver nas trevas dos outros a grandeza da minha própria escuridão. E demorei a entender que , há coisas que nunca se agarram e o amor é uma delas.
Vamos sempre a tempo desde que saibamos aceitar e aprender. I
Isto sou eu, no que tenho de pior: teimosa e obtusa para admitir os factos mais evidentes, sempre que tal não sirva o meu plano previamente traçado. Mas desta vez, não havia plano. O que aconteceu para ser assim? Terá sido assim tão intenso o medo de te perder...
As palavras constituem uma arma quase perfeita para arrumar os sentimentos, sobretudo aqueles que sabemos não conseguir esquecer.
Não somos perfeitos nunca. Apenas conseguimos por instantes tocar a perfeição.
Mais, dá muito mais trabalho lutar por uma felicidade possível do que escolher os caminhos da resignação. Vivi demasiado tempo a sonhar com o impossível e, pior que isso, teimando que as minhas quimeras se poderiam tornar realidade. Essa insatisfação impotente tornou-me ansiosa, irritável, possessiva. Por isso, como uma vez me disseste de forma subtil, mas marcada " estou entre a espada e a parede". Agora compreendo. Eu sei que é tarde.
Mas, a humildade serve também para reconhecer que, por vezes, perdemos o que mais valorizamos.
Pois, ironia esta.. que nos diz, que uma das grandes lições ao longo da existência é estarmos condenados a aprender coisas que já sabemos, à partida. E eu sabia que não queria fazer desta forma. Mas isso não me impediu de agir errado, pois não?
Caí.
Mas vou recuperar. E voltarei, por ti e para ti.
Anjo caído. Iremos voar novamente. Eu sinto.
11 de abril de 2010
Solidão? Afasta-te...
Ponte ..
10 de abril de 2010
E esta Hem?
Ser ou não Ser. Eis a questão!

Impulsiva
Cautelosa
Desconfiada
Egoista
Emotiva
Sentimental
Orgulhosa
Inteligente
Teimosa
Dependente
Apaixonada
Romantica
Meiga
Sonhadora
Altruista
Divertida
Simpatica
Disponivel
Sarcástica
Irónica
Amiga
Sincera
Optimista
Amante da liberdade
Pragmática
Aventureira
Impaciente
Sensivel
Talentosa
Resiliente
Corajosa
Lutadora
Preguiçosa
Reservada
Preocupada
Rebelde
9 de abril de 2010
Sorte,
É sensato, com certeza!

8 de abril de 2010
6 de abril de 2010
"Dizer que... já não magoa!"


"Viagem pelas letras"

Gosto de ler, faz-me viajar! Faz-me aprender.
Faz com que consiga encontrar o melhor de mim.
Não sao raras as vezes, que sinto as palavras dos outros como minhas.
Talvez este seja o segredo da minha profissão.
As palavras são de facto a minha "arma". E quando as perder, sei que parte de mim terá evaporado por entre os dedos dos meus sonhos e ideais.
Julguei-te o meu sonho.
Mas confesso, que o único sonho em mim, é este de Ser melhor do que aquilo que sou.
Irei viver mais amores imperfeitos, outros até casuais..
alguns de uma noite só,
outros apenas através de um olhar ou um gesto...
e cada um, irá contribuir para me superar como a Mulher apaixonada que sou.
Intercalo a minha vida com a escrita e a leitura. As palavras fazem-me ser aquilo que transpareço e até aquilo que evito mostrar. Por vezes páro o relógio do tempo e da vida e entrego-me às palavras... que é o único momento que me completa.
Estive tão perto de desisitir de tudo (e não são raras as vezes que continuo nessa linha ténue da desistência eterna).
Que loucura, perder-se a lucidez, por encontrarmos montanhas no nosso caminho.
És livre (sim, tu), estás livre... segue sem mim. Eu ficarei bem.
























